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Data de publicação 07/04/2021.

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Dores do Rio Preto


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

Dores do Rio Preto é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Sua população estimada em 2019 foi de 6.749 habitantes.[2] É o município de acesso ao Pico da Bandeira, 3° maior pico do país, com 2892 metros, no Parque Nacional do Caparaó pelo lado capixaba, sendo o único a ter uma portaria de acesso no Espírito Santo, que tem subida com nível de dificuldade menor e urbanização que facilitam movimentação e acampamento. É o município com a sede mais elevada do estado, com 774 metros. E também é o único município com sede a mais de 700 metros no extremo sul do estado. Recentemente a região do Caparaó passou a ser considerado "Reserva Mundial da Biosfera", através do Projeto Lei 10.251/2014.

Em agosto de 2014 o município, juntamente com a cidade de Irupi e Ibitirama, foram sedes da Copa América de Corrida de Aventura que contou com diversos atletas de vários países, incluindo o Brasil.

 

História


O começo do povoamento do município de Dores do Rio Preto, é do final do século XIX e início do século XX. Seu primeiro nome foi Vila Divisa, cujo terreno foi doado por Firmino Domingos Dias e pertencia ao município de Guaçuí.

Em 1912 foi construído o Ramal Sul do Espírito Santo da Estrada de Ferro Leopoldina que ligava Vila Divisa aos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Esta ferrovia ajudou muito o desenvolvimento e o progresso local.

No período de 1912 a 1950, o distrito viveu seu apogeu comercial com a exportação de madeiras e de cereais.

Em 30 de dezembro de 1963 foi criado o município de Dores do Rio Preto, através da Lei nº 1.914, sendo fundado no dia 7 de abril de 1964. Sua denominação foi dada em homenagem a padroeira Nossa Senhora das Dores e ao Rio Preto, que banha a cidade.

Dores do Rio Preto foi palco da Guerrilha do Caparaó, instabilidade política ocorrida em 1964, período em que começou a Ditadura Militar no Brasil. Em 1967 as forças armadas montaram um esquema tático para capturar ex-militares que faziam parte do grupo revolucionário e que estavam refugiados no Parque Nacional do Caparaó.

O exército usou como base de acampamento todos os municípios vizinhos, assim como Dores do Rio Preto.

O primeiro prefeito do município foi o Sr. Wlademiro Azevedo Carvalho e o segundo, o Sr. Manoel Cardoso Martins, ambos nomeados pelo Governador do Estado, Francisco Lacerda de Aguiar.

A 1ª eleição no município data de 1966 quando o Augusto Otaviano foi eleito prefeito.


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